Metas para o ano que vem

Data: 31 Dec 2008
Escrito por Jovas
Categoria: Geral
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Fim de ano é aquela coisa; a família se reune na casa da avó para a ceia,  o tio que você vê tão pouco que mal lembra o nome dele solta aquelas piadas ridiculamente sem graça, outros parentes assistem a queima de fogos pela televisão e você se transforma num ser simpático que leva tudo isso na boa. Daí, enquanto come o resto da asa do peru — que foi o único pedaço do bicho que sobrou — surge aquele pensamento a respeito das coisas realizadas nos 12 meses que se passaram e você nota que não fez absolutamente porra nenhuma do que deveria ter feito.

Para se redimir da desgraça (não) feita, você então elabora uma lista de objetivos, promessas que deverão ser cumpridas no ano que vem.

Seguindo essa linha, elaboro agora uma lista de coisas que eu espero que faça em 2009, mas que tenho quase certeza que se não ler esse post todos os dias não as farei. Não custa tentar.

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Só pra constar

Data: 24 Dec 2008
Escrito por Jovas
Categoria: Geral
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Feliz Natal, cambada!

Que nesta época especial possamos abrir o coração com prosperidade e…

Ah, só vou desejar um bom Natal mesmo.

Texto novo, balanço geral do ano e tudo mais, só daqui a uns dias. Antes do próximo ano, certeza.

Mentira, não é certeza não.

Enfim, mais à noite enchei a cara e multiplicai-vos.

5 invenções não tão boas assim

Data: 15 Dec 2008
Escrito por Jovas
Categoria: Listas
29 Comentários

Pare tudo o que estiver fazendo neste exato momento. Cancele o download dos seriados ilegais, da Playboy zipada deste mês, feche a janela daquele joguinho em flash saliente que seu amigo desocupado te indicou pelo MSN e reflita junto comigo sobre o seguinte: Já percebeu que certas invenções valorizadas pelo mundo, se você parar pra pensar bem, não são realmente tão boas assim? Apetrechos e ferramentas que foram criados e que, por algum motivo foram aprovados pela população e assim receberam a alcunha — duvidosa — de “boa invenção”.

Me indaguei sobre isso dia desses e explico com um exemplo simples pelo qual passei.

Estava no meu querido e estimado trabalho quando recebi uma ordem quase nazista camuflada de pedido gentil da minha chefe. Como no estoque do trabalho não havia mais envelopes para cartas, a chefe pediu para que eu fizesse alguns utilizando folhas de papel, uma tesoura cega e um tubo de cola que tinha mais tempo de vida do que eu. Recortei as folhas no mesmo estilo que uma criança do maternal faria caso a professora pedisse a ela para que fizesse envelopes de ponta cabeça, durante um terromoto de 7,2 graus na escala Ricther e ouvindo músicas de alguma coletânea do Luiz Caldas. Então, ao tentar colar as partes do  papel, usei uma quantidade razoável de cola, nem muito, nem pouca — mas suficiente para colar as pontas dos meus dedos, criando ali uma nova camada de “pele” ao redor deles. Entretando não colou as partes do papel. Aquela merda aparentava secar apenas em contato com epiderme humana, não funcionava com meus recortes. Que invenção miserável duma figa.

Me custou uma bronca tão fuderosa da chefe, que aposto que se recebesse uma da minha mãe com fúria equivalente, seria seguida de chicotadas de cinto diretamente nas minhas nádegas.

Mas então, o quê, quais invenções criadas pelo homem não são exatamente coisas tão bem feitas e que merecem uma análise e explicação para debatermos aqui neste garboso site?

Vamos a elas:

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Coisas que fiz e vou pro inferno

Data: 27 Nov 2008
Escrito por Jovas
Categoria: Nostalgia
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Sabe quando você pensa em fazer algo e acredita que até não deveria, mas acaba ignorando absolutamente sua consciência e mesmo assim o faz? Como naquela vez que cê tava a fim de fazer um churrascão e quando foi ao supermercado comprar a carne, viu que o preço duma picanha valia o equivalente a dois PSPs — e como também viu que o valor da carne moída estava muito mais em conta, aproveitou a deixa para ardilosamente trocar o código de barras dos produtos e comprar picanhas baratíssimas. Ei, este não é um exemplo a ser seguido.

Ou quando você encontra uma coisa que aparentemente não é pra ter graça, porém acha engraçado a ponto de gargalhar freneticamente em frente ao monitor. Tipo isso:

Não ria, o cara é cego, porr… audhdufehadflrkgdflasfs

Mas a questão é que tanto faz se você alterou o preço da carne ou riu alto de alguma desgraça alheia, quando o senso de honradez bate, a primeira coisa que vem em mente é: OMG, VOU PRO INFERNO.

Como sei que vocês também já passaram por tais momentos de remorso momentâneo, compartilharei neste post 2 situações em que eu fiquei a um passo de ser banido do reino dos céus para todo o sempre. Faltou pouco. Espero.

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Percebe algo familiar?

Data: 20 Nov 2008
Escrito por Jovas
Categoria: Blog
23 Comentários

Favor, cliquem aqui e vejam o que encontrei.

Notam algo familiar?

Eis que alguém sem a mínima vergonha na cara, copiou alguns dos meus textos e colou descaradamente num blog. E, como falei no Twitter, a melhor parte: adaptou partes dos textos.

A copiona (aparentemente é uma mulher), querendo demonstrar falsamente autoria dos textos, ainda trocou certas sentenças dos posts que surrupiou e as reescreveu — trocando o gênero e digitando horrendamente pequenas expressões que eu não escreveria tão mal nem se tivesse recebido uma injeção de chá de cogumelo diretamente no cérebro.

Enquanto o próximo post não sai — mas tá quase pronto, calma cambada — convido a quem estiver disposto a deixar comentários na tal url, caprichando em mensagens que vão de lamentação alheia até às que beiram maldições diabólicas.

[UPDATE]

Depois de receber um bom número de comentários de vocês, a moça felizmente apagou os posts. Valeu, pessoal.

E pra quem não viu, sempre temos o cache do Google.